Depois do almoço, num café, ao sair, reparo num senhor que costumo cumprimentar e que está sózinho.
Pergunto-lhe pela esposa. Responde-me: já não está cá.
A morte é inexorável.
Depois do almoço, num café, ao sair, reparo num senhor que costumo cumprimentar e que está sózinho.
Pergunto-lhe pela esposa. Responde-me: já não está cá.
A morte é inexorável.